Histórias reais de pacientes que convivem (conviviam) com o zumbido

Somos hoje uma das poucas clínicas no Brasil (a primeira em São Paulo) que avalia e trata “zumbidos” — no plural porque existem mais de 200 causas diversas (auditivas, musculares, metabólicas, neurossensoriais, emocionais e até multifatoriais).

Vej a seguir histórias e depoimentos dos nossos pacientes em remissão total ou parcial do zumbido, que tiveram incluído em seu tratamento ou mais dos recursos que temos na clínica: laserterapia, neuromodulação, aparelhos auditivos próprios para zumbido (terapia sonora), além outros protocolos terapêuticos combinados. 

Agende exames e tratamento para zumbido

Resultados como esses dependem das causas do zumbido, tempo de sintomas e resposta individual ao tratamento

Edileusa - 6 anos de zumbido (cigarra) causado por perda auditiva

Paciente com histórico de otites de repetição e perfuração timpânica. Zumbido era um apito fino (mais à direita), surgido em 2020, também acompanhando de hipersensibilidade auditiva. Na avaliação, após constatado que o zumbido era puramente por razão auditiva, foi indicada e configurada uma prótese auditiva com foco na perda auditiva e no zumbido. O resultado foi imediato ao colocar os aparelhos: audição foi resgatada e, com isso, o zumbido desapareceu totalmente. Paciente pôde confirmar benefícios em sua rotina de vida, durante experiência domiciliar, antes de decidir seguir com a reabilitação auditiva.  

Maria - zumbido, hipersensibilidade a sons, pressão no ouvido, sono ruim


Paciente veio do interior de São Paulo, após nos achar no Google. Teve indicação de um protocolo com 16 sessões de laser, porém seguiu com 12 sessões. Foi verificado que o zumbido que ela sentia, além de hipersensibilidade a sons e uma grande pressão no ouvido, tinha principalmente questão muscular como causa (bruxismo). Ao final do tratamento, que teve como foco desinflamação não apenas do rosto, mas do corpo como um todo, ela relata 90% de melhora da sensibilidade auditiva, 75% de melhora da pressão do ouvido, diminuição de 60% do zumbido à direita e 30% à esquerda. Durante o dia, não percebe mais o zumbido e à noite consegue pegar no sono com facilidade. Não acorda mais com dor nos dentes e sensação de mandíbula pesada/cansada.

Ana - zumbido por causa auditiva e muscular (somatossensorial)

Paciente com histórico de cirurgia no ouvido por otosclerose, afetando a audição do lado esquerdo, onde sentia zumbido há décadas (chiado, panela de pressão, apito fino, motor pulsátil, todos ao mesmo tempo). Mais recentemente, zumbido surgiu do lado direito. Na avaliação física, foi constatado também bruxismo,  comprometimento na cervical e deglutição atípica. Foi indicada a prótese auditiva do lado esquerdo, onde a paciente notou imediata diminuição do zumbido com ela; e protocolo de 12 sessões de laserterapia e técnicas combinadas, que proporcionaram ainda mais alívio do zumbido. Paciente também foi direcionada a uma cirurgia para correção da língua, pois durante o tratamento foi identificado que a língua era gatilho para o zumbido.  

Registros das nossas sessões de laserterapia, neuromodulação e técnicas combinadas

Quanto mais pacientes com zumbido passam por nossa clínica (são centenas de pessoas todos os anos), mais padrões conseguimos identificar para aprimorar os nossos tratamentos. Porém, a composição de cada tratamento segue o que foi validado na avaliação individual. 

Conforme vemos abaixo, cada pessoa recebe um tipo de abordagem, com foco em:

– Regular os circuitos cerebrais que interpretam os sons (neuromodulação), reduzindo o incômodo do zumbido;
– Aliviar tensões musculares, como no caso de zumbidos relacionados ao bruxismo e à cervical;
– Reduzir o impacto de inflamações e do estresse oxidativo nas células do ouvido interno;
– Apoiar na regulação hormonal, melhorando sintomas ligados ao colesterol e à tireoide;
– Estimular a circulação sanguínea, promovendo saúde geral no sistema auditivo;
– Oferecer alívio sintomático, diminuindo a intensidade e a frequência do zumbido percebido.

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Mais depoimentos de pacientes em tratamento

Arminda - protocolo de laser finalizado: sem zumbido após 15 sessões. Manutenção semestral

Rita - realizando manutenção trimestral de laser: sem zumbido de um lado e imperceptível no outro

Luiza - protocolo finalizado na 10º sessão de laser: zumbido imperceptível em ambos os lados

Elizabeth - protocolo de laser finalizado: sem zumbido após 15 sessões. Manutenção semestral

Lucilia - protocolo finalizado: sem zumbido após uso de aparelhos auditivos e 3 sessões de laser

Wilson: zumbido bem baixo após uso de aparelhos auditivos (iniciará laser em breve)

Zumbido diminuiu após consulta de avaliação

Após perceber a efetividade do método em apenas uma sessão experimental de 30 minutos, o paciente Paulo registrou esse depoimento no nosso perfil do Google. Claro que, após isso, ele deu sequência às 12 sessões propostas, com bastante foco emocional e em tensão muscular. Ou seja, o zumbido dele disparava sobretudo em momentos de ansiedade e estresse. Conseguimos reduzir essa hiperatividade cerebral, melhoramos sono e o principal: volume do zumbido reduziu de 8 para 1, enquanto o incômodo do zumbido diminuiu de 10 para 1.  

depoimentos paciente therapy zumbido

Perguntas Frequentes

Sim. Hoje existem abordagens modernas que ajudam a reduzir a percepção do zumbido, melhorar o desconforto causado pelo som e recuperar qualidade de vida.

O mais importante é entender que o zumbido não possui uma única causa. Por isso, o tratamento precisa ser individualizado e baseado em investigação clínica criteriosa.

Na clínica, cada caso é avaliado de forma integrada, considerando fatores auditivos, musculares, metabólicos, emocionais e neurossensoriais.

Porque muitas vezes o foco fica apenas no sintoma, e não nos fatores que mantêm o zumbido ativo.

Existem pacientes cujo zumbido está relacionado à perda auditiva, enquanto outros apresentam influência muscular, tensão cervical, bruxismo, alterações metabólicas, hipersensibilidade auditiva ou sobrecarga do sistema auditivo central.

Quando o tratamento é genérico, sem investigação aprofundada, a tendência é que os resultados sejam limitados.

Não.

Dois pacientes podem ouvir um som parecido e, ainda assim, terem causas completamente diferentes para o sintoma.

Por isso, nossa metodologia busca identificar quais sistemas estão envolvidos em cada caso antes da definição terapêutica. Isso permite construir protocolos mais direcionados e personalizados.

A avaliação envolve investigação clínica e auditiva detalhada.

Além dos exames auditivos, analisamos:

  • histórico do sintoma;
  • intensidade e impacto na rotina;
  • presença de perda auditiva;
  • qualidade do sono;
  • fatores musculares e cervicais;
  • hábitos que podem influenciar o sistema auditivo;
  • sensibilidade sonora;
  • e possíveis fatores associados.

O objetivo não é apenas medir audição, mas compreender o comportamento do zumbido em cada paciente.

São estratégias terapêuticas que associam diferentes recursos conforme a necessidade clínica de cada paciente.

Dependendo do caso, o tratamento pode envolver:

  • estimulação auditiva;
  • aparelhos auditivos;
  • fotobiomodulação;
  • manejo da hipersensibilidade sonora;
  • orientações auditivas;
  • suporte para fatores musculares e tensão cervical;
  • entre outras abordagens integradas.

A associação de técnicas busca atuar em múltiplos mecanismos relacionados ao zumbido.

A fotobiomodulação vem sendo estudada há anos como um recurso complementar no manejo do zumbido e de alterações auditivas.

Os resultados variam conforme:

  • causa do zumbido;
  • tempo de sintomas;
  • presença de perda auditiva;
  • resposta individual do organismo;
  • e associação com outras terapias.

Por isso, o laser não é tratado como solução isolada, mas como parte de um raciocínio terapêutico mais amplo.

Sim.

Nossa atuação é baseada em evidências científicas, experiência clínica e protocolos construídos a partir da evolução dos estudos sobre zumbido e neuroaudiologia.

A ciência sobre zumbido evoluiu muito nas últimas décadas, principalmente na compreensão de que o sintoma pode envolver diferentes sistemas do organismo e não apenas o ouvido isoladamente.

Em muitos casos, sim.

Quando existe perda auditiva associada, o cérebro pode aumentar a percepção de sons internos como forma de compensação sensorial. Nesses pacientes, a reabilitação auditiva pode contribuir para redução da percepção do zumbido e melhora do conforto auditivo.

Cada caso depende de avaliação individual.

Sim.

Alguns pacientes apresentam influência muscular importante, especialmente em região cervical, mandíbula e musculatura da face.

Nesses casos, o zumbido pode variar com:

  • apertamento dental;
  • tensão;
  • mastigação;
  • movimentos cervicais;
  • ou períodos de estresse.

Identificar esse componente faz diferença na estratégia terapêutica.

Isso varia conforme:

  • tempo de sintomas;
  • intensidade do zumbido;
  • causa envolvida;
  • presença de perda auditiva;
  • resposta ao tratamento;
  • e regularidade terapêutica.

Alguns pacientes percebem melhora inicial mais rapidamente, enquanto outros necessitam de acompanhamento progressivo e ajustes ao longo do processo.

O principal objetivo é reduzir o impacto do zumbido na vida do paciente.

Em muitos casos, buscamos:

  • diminuir intensidade e percepção;
  • melhorar sono e concentração;
  • reduzir incômodo emocional;
  • melhorar tolerância sonora;
  • e devolver qualidade de vida.

Existem pacientes que relatam percepção mínima ou até ausência do sintoma em determinados momentos, mas cada organismo responde de forma diferente.

O primeiro passo é uma avaliação especializada.

O zumbido possui diferentes origens e comportamentos clínicos. Mesmo pacientes que convivem com o sintoma há anos podem apresentar fatores tratáveis que ainda não foram investigados de forma aprofundada.

Por isso, a análise individual é fundamental para definir possibilidades terapêuticas e expectativas realistas.

Em muitos casos, buscamos:

  • diminuir intensidade e percepção;
  • melhorar sono e concentração;
  • reduzir incômodo emocional;
  • melhorar tolerância sonora;
  • e devolver qualidade de vida.

Existem pacientes que relatam percepção mínima ou até ausência do sintoma em determinados momentos, mas cada organismo responde de forma diferente.

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Antes de enviar seus dados, vale saber: a nossa clínica é especializada em adultos e idosos (não agendamos crianças e adolescentes). 

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